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Mostrando postagens de dezembro, 2015

Sobre mim

Eu? Eu confio desconfiando Entrei numa neurose de ser traída SISTEMATICAMENTE! Não acredito num amor vigiado Acredito em sentimentos e pessoas livres Mas esta liberdade tem limites Me sinto tão cansada em ter que assumir este papel... Não nasci para isso Não nasci para ter que fazer isso Que eu acho tão invasão desta liberdade Mas o problema é que cada vez que mexo Avisto coisas que fazem repensar o quanto está me magoando  E contribuindo para o meu endurecimento sentimental Exs, "amigos" que enviam mensagens turvas Pornografia São tantos que eu me sinto perdida Me sinto traída sistematicamente  Me sinto com dor de cabeça Com o corpo doente E a alma inquieta Não sei se posso ou devo confirmar em você Não sei se devo ser leal a você  Que não foi a mim e ao suporto "amor" Momentos de inúmeras dúvidas  E nenhuma certrza

Noturna

Mazelas do corpo e da alma  Assombram ela Ela Ela é Sol Lua Tempestade Manhã de brisa É ela Los Aul Edatsepmet Brisa da manhã Confia não confiando Chora escondido Briga dentro de si Pelo perdão Perdão pelo Acontecido Ele fala Fala ele Um pedaço dela quer acreditar Um pedaço dela quer que se foda a porra toda Uma bruxa santa Santa bruxa uma Ela costuma deixar  Para ver até.  Onde vai o humano Humano o vai onde Sei não 

Noote

Ela chorou Ele mentiu Ela se decepcionou e quis não ter aberto a porta Lembrou que um certo mega Play dizia: "Quem vai te ferir não é o japonês E sim aquele para quem você baixa a guarda, por isso guerreira nunca baixe a guarda!" A Rainha Guerreira Se deixou enganar! "Agora durma minha Rainha Fiquei feliz em saber que lembrou-se deste humilde servo aqui!" Ela olhou para aquele teto adornado E a cabeça girava Os olhos tremiam mergulhados num mar de lágrimas  Quis voltar ao passado para se avisar deste futuro Quis voltar ao passado e não deixar ninguém entrar Dessa vez na garrafa não havia coragem Havia apenas uma bebida de gosto amargo e cheiro de carne potrefada 

Fraquejeis numa segunda-feira

Ela sempre buscou aquilo... Aquilo que ela acreditou que eles tinham  Um misto de parceria, lealdade, orgasmos cerebrais e outras coisas Mas depois daquele Play Tudo virou pó  Virou cinzas na ventania Teve vontade de morrer E de matar também! Mais uma vez! Pensou, chorou e até falou... Mais uma vez chorou Como naquele banheiro de ladrilhos vermelhos Continua...

Fim da Lealdade

Ela viu aquilo... Parecia que podia prever! Mas não com ele achava que ele estava em outra esfera Outra esfera Do amor sublime, de um lugar diferente dos outros Desta vez ela se abriu, aos poucos Um sorriso aqui, um medo contado ali Um segredo acolá... Ela foi cada vez mais desejando esse amor Que acreditou estar acima da própria carne Mas não estava Estava no mesmo lugar dos outros da sua especie... Estava na virilidade Na necessidade de auto afirmação Da falta de lealdade... Lealdade Aquela a qual ela tanto mencionou Lealdade aquela que ele nunca realizou Lealdade aquela que ele disse ter Mas em atitudes se comprovou não