Die
Ontem você me matou mais uma vez
Matou uma de nós
Matou a quem jurou profundo amor
Vem matando-me lentamente
A cada palavra maldita
A cada atitude igualmente ruim
Sabe quando você está no precipício
E como nos filmes o vilão pisa sem piedade
Nos dedos do mocinho?
Isso que senti
Com suas palavras de pedra
Com cobertura de chocolate
Para se sentir no poder
Se sentir no comando
No controle
Admita o total descontrole que vivemos
Guarde suas desculpas, oks, tas...
E somente os fale quando compreender a força de cada um
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluir,
ResponderExcluir