O Que Dizem Sobre Você!?
Olho ao redor
Me sinto no meio de dois caminhos
Amar é isso não é mesmo?
Viver num penhasco
Enxergar duas das múltiplas possibilidades
O apoio se faz tão necessário:
“O que você quer de mim?”
O apoio
Não o incondicional pq este
Você não é capaz de dar a ninguém
E nem tão pouco a mim que juras diariamente amor
O tapinha nas costas, o tente
Estes apoios, eu sei que não te apoio
Na verdade eu não digo que “vai dar certo!”
Nem tão pouco te motivo
O que dizem sobre mim?
O quanto sou inspiradora
Enquanto você diz que sou tóxica
O quanto corro atrás
Enquanto você diz que vivo pq você me sustenta
O quanto meu empreendimento é bacana
Enquanto você diz que ele é um capricho
O quanto posso ser melhor estudando tal assunto
Enquanto você diz que “não sei para que fazer este curso inútil”
São dois caminhos
Estou vendo o trem chegar, ouço lá distante o som
Do ferro, do carvão, dos homens brancos que ele carrega
Olho ao redor
É como se eu estivesse presa nos trilhos
Eu quis me prender
Eu quis estar aqui
“Quando você chegar a um lugar, se estique mais um pouco para ver até onde pode ir!”
Não consigo mais ir
De um lado
Pessoas ficam abismadas quando abro a boca e conto sobre meus sonhos
Do outro lado
Você me culpa, me diminui, me diz que eu não posso/devo
Meu coração se aflige
Aperta
Resmunga e dói
Sangra de forma leve conta gota
Eu dou sangue
Eu sou o sangue
Que se esvai pelas linhas do trem
E aos poucos
Só aos poucos
Todos os dias morrendo
Deixando de viver
Deixando de sonhar
Para me tornar mais você
Olho ao redor
E vejo que não sou mais eu
E no reflexo da noite escura
Choro por me tornar aquilo que eu mais temia
Você!
Me sinto no meio de dois caminhos
Amar é isso não é mesmo?
Viver num penhasco
Enxergar duas das múltiplas possibilidades
O apoio se faz tão necessário:
“O que você quer de mim?”
O apoio
Não o incondicional pq este
Você não é capaz de dar a ninguém
E nem tão pouco a mim que juras diariamente amor
O tapinha nas costas, o tente
Estes apoios, eu sei que não te apoio
Na verdade eu não digo que “vai dar certo!”
Nem tão pouco te motivo
O que dizem sobre mim?
O quanto sou inspiradora
Enquanto você diz que sou tóxica
O quanto corro atrás
Enquanto você diz que vivo pq você me sustenta
O quanto meu empreendimento é bacana
Enquanto você diz que ele é um capricho
O quanto posso ser melhor estudando tal assunto
Enquanto você diz que “não sei para que fazer este curso inútil”
São dois caminhos
Estou vendo o trem chegar, ouço lá distante o som
Do ferro, do carvão, dos homens brancos que ele carrega
Olho ao redor
É como se eu estivesse presa nos trilhos
Eu quis me prender
Eu quis estar aqui
“Quando você chegar a um lugar, se estique mais um pouco para ver até onde pode ir!”
Não consigo mais ir
De um lado
Pessoas ficam abismadas quando abro a boca e conto sobre meus sonhos
Do outro lado
Você me culpa, me diminui, me diz que eu não posso/devo
Meu coração se aflige
Aperta
Resmunga e dói
Sangra de forma leve conta gota
Eu dou sangue
Eu sou o sangue
Que se esvai pelas linhas do trem
E aos poucos
Só aos poucos
Todos os dias morrendo
Deixando de viver
Deixando de sonhar
Para me tornar mais você
Olho ao redor
E vejo que não sou mais eu
E no reflexo da noite escura
Choro por me tornar aquilo que eu mais temia
Você!
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